Música Internacional: O que rolava na década de 60

A década de 1960 foi marcada pelos músicos que lançaram seus sucessos que são muito conhecidos até os dias de hoje.

O som dos anos 60

Nos anos 60 o rock deixou de ser o som dos jovens e começou a ocupar espaço nas paradas musicais de sucesso.

Músicas que embalaram paixões

O amor sempre foi poliglota, e as canções de amor também.

Música: A História dos Regionais

Nessa fase, ocorreu mais uma imensa contribuição à música brasileira.

Nos tempos da brilhantia: A eterna elegância dos penteados dos anos 60

As influências dos anos da brilhantina permanecem inabaláveis atualmente, quando o visual retrô vai e volta à moda.













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8 segredos das mulheres que parecem mais novas

 Jennifer Aniston tem 48 anos, Sandra Bullock tem 53 anos e Alyson Hannigan tem 43 anos. As três atrizes são exemplos de Hollywood cuja imagem não reflete a idade que têm.

Não é preciso beber de nenhuma fonte da juventude secreta mas sim adotar certos cuidados e rotinas que ajudam a manter uma imagem rejuvenescida. É assim que vai chegar aos 60 a parecer que tem 40.

Não há forma de escapar ao tempo: estamos a envelhecer e a nossa pele está todos os dias a lutar contra isso. E apesar de toda a informação que temos atualmente, a verdade é que vemos mulheres de 60 anos que parecem ter 40 e mulheres de 20 que parecem ter mais de 30. E as redes sociais vieram ter um peso enorme neste fenómeno.

Por um lado, veio aumentar o culto da beleza o que até é bom: hoje em dia as mulheres têm uma preocupação maior com os cuidados de pele e acesso a mais informação, mais produtos e maior diversidade de influências. Mas por outro lado – e este é o lado mau – também veio fomentar a obsessão com os padrões de beleza cujo impacto nem sempre é o mais positivo. Se pegarmos no caso da estrela das redes sociais Kylie Jenner, é uma jovem de 20 anos que parece ter mais de 30 fruto da maquilhagem excessiva que usa e das alterações estéticas que já fez ao rosto.


Mas quando vemos mulheres com pele saudável e uma aparência geral mais nova, qual é o segredo? Beberam de alguma fonte da juventude secreta a que só poucas têm acesso? No final, tudo se resume a certos cuidados e dicas que ajudam a manter uma imagem fresca e rejuvenescida. Eis 8 segredos das mulheres que parecem mais novas:

Elas têm rotinas diárias saudáveis
O jornal britânico Daily Mail entrevistou várias mulheres que parecem ter menos 20 anos. Uma delas tem 80 e parece efetivamente ter 60 (pode ver as suas fotografias na notícia). Entre as várias coisas que fazem diariamente há muitos anos e que as ajudou a envelhecer em grande estilo está o acordar cedo, fazer corridas matinais, beber muita água, dormir (pelo menos) oito horas, ter uma alimentação rica em ferro e vitaminas C e E e até (surpreenda-se) jardinagem.

E também não fumam
Não há nada como um bom estudo com gémeos para mostrar os efeitos de um mau hábito como fumar. Um estudo publicado na Plastic and Reproductive Surgery Journal procurou mostrar os efeitos do tabagismo na pele e os resultados (que pode ver nesta notícia da CNN). Além do envelhecimento óbvio, as imagens de comparação mostram rugas e pálpebras descaídas no gémeo que fuma. As mulheres que parecem anos mais novas têm todas uma coisa em comum: não fumam. Por isso, se é uma fumadora inveterada talvez esteja na hora de o deixar de ser para que a sua pele tenha tempo de abrandar o envelhecimento prematuro.

Os cuidados de pele são (mesmo!) importantes
O site de beleza Byrdie diz que tudo se resume à forma como tratamos a pele em áreas muito específicas e que há cremes que são (mesmo!) fundamentais (ou seja, pode não ser só mito do mercado da cosmética para vender): séruns com ácido hialurónico, hidratantes, cremes de olhos, óleos faciais e muita esfoliação. “Uma aparência suave pode esconder anos”, diz Amy Lawrence, editora editorial do Byrdie, e acrescenta a importância do Retinol para manter um tom de pele uniforme e uma aparência fresca.

Esqueça a maquilhagem pesada
Esta parece ser uma ideia consensual: muita maquilhagem vai, de facto, criar uma aparência envelhecida e não o contrário. Riscos de eyeliner grossos, pós de bronze e bases de cobertura total que tapem as imperfeições não favorecem em nada o rosto. A ideia é tapar todas as falhas, certo? Mas, na verdade, vão tapá-las mas criar uma espécie de máscara pesada que cria um aspeto envelhecido. Use os corretores para isso e não bases. Além disso, há também a acrescentar o efeito que os produtos têm na pele. As bases pesadas vão entupir os poros e, a longo prazo, contribuir para os vincos da pele (leia-se: rugas). Assim, troque as bases por hidratantes com cor, os eyeliners por um risco suave só para delinear o olho e os pós de bronze por um blush rosado em creme para dar um aspeto saudável à pele.

E vá com calma nas intervenções plásticas
O caso da Kardashian mais nova — Kylie Jenner — é um bom exemplo. Falamos de uma jovem de 20 anos que, graças a todas as intervenções que já fez (não só no rosto mas também no corpo), parece ter mais dez anos em cima. E este é o engano destas intervenções (quase) milagrosas que nos prometem um rosto mais bonito. Quando juntamos a isto os liftings e os botox, todo o “puxa daqui e estica dali” pode acabar por, mais tarde, criar uma aparência mais envelhecida do que uma mulher que nunca tenha feito nada ao rosto. Como questiona a revista Elle americana, “o que é que vai acontecer a longo prazo às mulheres que começam a mudar as suas características aos 20 anos? Como é que a sua juventude vai ser aos quarenta e daí para a frente se, em novas, já parecem mais velhas?”

Kylie Jenner antes das intervenções faciais à esquerda e depois à direita. Imagem de Pinterest.


Elas protegem os olhos
Se está preocupada com os pés de galinha e as rugas ao redor dos olhos, então devia adotar rapidamente alguns hábitos: usar óculos de sol todos os dias (de inverno ou verão), evitar estar com o telefone ou o computador muito colado aos olhos, não ter a luz do telefone no máximo quando está na cama (e já às escuras) a deambular pelas redes sociais até o sono vir e não ter uma postura relaxada enquanto está a trabalhar (aquela postura estranha em que está encostada à cadeira mas tem o pescoço para a frente para estar mais próxima do ecrã).

E não fazem do álcool o seu melhor amigo
Claro que um copo de vinho quando chega a casa sabe bem, mas se o seu objetivo é parecer mais jovem, o álcool não vai contribuir para isso porque desidrata a pele, inflama os tecidos e destrói o colagénio. A revista Vogue escreve mesmo: “O álcool é realmente um dos compostos mais agressivos para destruir a pele”. E explica: quando temos 20 anos e bebemos, essa bebida deixa o nosso corpo em cerca de três horas. Mas aos 40 anos, leva uma média de trinta e três horas. Assim, se bebe um copo todos os dias pode imaginar que o seu corpo não tem uma pausa. Os especialistas alertam para minimizar para apenas uma ou duas vezes por semana e sempre acompanhado de água para ter um menor dano na pele.

Nem passam o dia sentadas
Um estudo publicado no American Journal of Epidemiology diz que passarmos muitas horas por dia sentadas envelhece as células do corpo. Os especialistas examinaram os cromossomas de 1500 mulheres mais velhas e analisaram os telômeros das células (as extremidades do DNA das células) e perceberam que, à medida que envelhecemos, esses telômeros diminuem (daí estarem diretamente relacionados com o ritmo do envelhecimento). Neste estudos, os investigadores descobriram que uma vida sedentária faz com que a diminuição desses telômeros seja mais rápida até oito anos. Ou seja, envelhecemos oito anos mais rapidamente. À revista Time, Aladdin Shadyab, autor do estudo, disse que as mulheres que não fazem atividade física e passam, pelo menos, 10 horas por dia sentadas são biologicamente mais velhas e as suas células estão a envelhecer mais rápido.

Se calhar está a pensar que não passa assim tantas horas sentadas. Mas o que é que faz enquanto está a ir para o trabalho? Está sentada a conduzir ou no metro. E o que é que faz na hora de almoço? Está sentada a comer. E o que é que faz quando chega a casa? Senta-se um pouco a ver televisão. E à noite? Talvez se sente com os seus filhos. Acrescente a isto as sete ou oito horas no trabalho sentada e se calhar até passa mais do que dez horas em modo sedentária. Os especialistas aconselham a uma rotina de exercício físico e muitas pausas durante o dia de pé e caminhadas para compensar.


Fonte:http://observador.pt

Como montar sua webrádio


Há basicamente duas formas de transmitir sua rádio pela internet. A mais simples utiliza um áudio pré-gravado e armazenado no servidor (transmissão assíncrona). A mais completa, transmite o áudio em tempo real, ou seja, o ouvinte escuta o que você está transmitindo naquele momento (transmissão ao vivo).

Transmitir uma rádio ao vivo pela internet demanda uma certa estrutura, como vamos explicar adiante. Se você está começando ou quer apenas disponibilizar alguns programas para que as pessoas ouçam quando quiserem, tente a transmissão assíncrona.

Transmissão assíncrona
A transmissão assíncrona ou pré-gravada utiliza arquivos de áudio armazenados em algum computador. O áudio, nesse caso, não está sendo executado na sua máquina no momento em que o ouvinte escuta a rádio, ou seja, a transmissão não ocorre ao vivo.

Gravando o áudio
Antes fazer sua rádio pré-gravada, é preciso gravar o áudio. Para isso você precisará de, no mínimo, um computador com placa de som e um microfone. Para gravar o áudio, utilize o Audacity. Veja também Como fazer um programa de rádio.

Recomendamos que você salve seus arquivos de áudio nos formatos mp3 ou ogg usando apenas 1 canal (monofônico) e taxa de 16 a 24kbps, para que os arquivos fiquem pequenos o suficiente para serem baixados sem dificuldade pelos ouvintes.

Criando sua rádio
Considerando que você já gravou os áudios e já os enviou para o seu site, só falta juntar o endereço de todos eles num arquivo de texto com a extensão .m3u (biboca.m3u, por exemplo), contendo os arquivos a serem executados, um por linha:

http://biboca.sampa.org/campanhas/educacaoalimentar.mp3

http://biboca.sampa.org/campanhas/direitodasmulheres.mp3

http://biboca.sampa.org/campanhas/funk.mp3

É importante que cada linha contenha o endereço completo do arquivo. Colocar simplesmente funk.mp3 ao invés de http://biboca.sampa.org/campanhas/funk.mp3 não vai funcionar, já que nesse caso programa de áudio do ouvinte tentará acessar o arquivo funk.mp3 a partir do computador do ouvinte, e não do site do biboca.

Em seguida, depois de ter criado a playlist, tudo o que você precisa fazer é divulgar o endereço da rádio, que deverá ser algo do tipo http://biboca.sampa.org/radio/biboca.m3u caso você coloque o arquivo biboca.m3u no diretório radio do site.

Para que isso funcione, não esqueça de contatar o administrador do seu site perguntar a ele se os seguintes MIME types estão presentes nas configurações do servidor web:
- audio/x-mpeg .mp3
- audio/x-mpegurl .m3u

Lembre-se de colocar os metadados de cada arquivo mp3 ou ogg, que assim a cada música que tocar na rádio o ouvinte receberá em seu tocador o respectivo nome, artista, etc.

Transmissão ao vivo
Na transmissão ao vivo, o áudio que toca na sua placa de som é enviado em "tempo real" para um servidor de webrádio e, de lá, distribuído na hora para todos os ouvintes. No próximo tópico você verá o procedimento geral de como fazer uma rádio pela web e em seguida daremos um pouco mais de detalhamento.

Transmissão ao vivo em 10 minutos
Aqui vai um pequeno e rápido roteiro de como fazer uma webrádio em alguns minutos, sem se perder em considerações teóricas.

Você precisará de computador com placa de som e conexão à internet;
Você tem que decidir que tipo de rádio será a sua. Será só de mp3? Será mp3 + áudio externo (toca-discos, mixer, microfone, etc)?
Se a rádio tiver áudio externo, você deve ligá-lo à placa de som com cabo de áudio. Se você tem um microfone, mesa de som ou outra fonte de áudio, ligue-a na entrada de linha (line in) da placa de som;
Ajuste o volume do som do seu computador utilizando um controle de volume;
Faça uma gravação de áudio no computador com o programa que você costuma usar, apenas para saber se a placa de som está funcionando corretamente;
Em seguida, você precisará de um software fonte e os dados do servidor para o qual você vai mandar o sinal. Você precisa das seguintes informações sobre o servidor:
endereço do servidor
porta da conexão
tipo de servidor
ponto de montagem
senha
Além disso, você precisa saber qual será a qualidade do áudio da sua transmissão. para que ele não fique muito pesado pra baixar, sugiro algo como 16kbps Mono ou 24kbps Mono;
Agora escolha qual software fonte você usará. No CD, oferecemos dois:
Se você usa Linux, utilize o Darkice + Darksnow
Se você usa Windows, utilize o Oddcast

Se você não tem um servidor para sua rádio, não se desespere! Em muitos casos, é possível encontrar servidores livres na Internet que permitem que você envie seu stream para ele servir. Nesse caso, para se realizar o stream só é necessário ajustar o encoder para transmitir para esse servidor, poupando a parte da configuração do servidor.

Não é o objetivo deste manual indicar quais são os provedores e sites que oferecem o serviço de transmissão por áudio via internet. Isso você terá de fazer por conta própria ou então dar uma olhada no item Montando um servidor de webrádio. Lembre que se sua rádio tiver poucos ouvintes e sua conexão é de banda larga, então muito provavelmente você poderá rodar seu próprio servidor. Você pode inclusive rodar vários servidores em conexões diferentes para distribuir o uso da bada, e com isso ser capaz de suportar mais ouvintes;

Instale e configure um desses softwares, utilizando os dados do servidor:
Endereço do servidor: pode ser qualquer coisa, tipo http://provedor.radios.net
Porta da conexão: normalmente fica na faixa de 8000 a 8100
Tipo de servidor: pode ser Shoutcast, Icecast ou Icecast2
Ponto de montagem: esse será o arquivo em que sua transmissão será acessada pelos ouvintes. Normalmente pode ser qualquer nome escolhido por quem faz a transmissão. Por exemplo, se o seu ponto de montagem for minharadio, seu servidor for http://meu.servidor.net e a porta for 8000, possivelmente sua transmissão será http://meu.servidor.net:8000/minharadio
Senha: bom, pode ser qualquer coisa... o administrador do servidor deverá passá-la pra você.
Consulte o administrador do servidor para saber quais informações você precisa.

Agora é só se conectar ao servidor e enviar o endereço da sua transmissão para todo mundo ouvir!
Requisitos de Hardware
Lembramos que o software fonte e o servidor podem rodar na mesma máquina. Se for esse o seu caso, utilize uma máquina de desempenho superior ao que seria necessário para ter cada uma das funções separadamente.

Abordaremos somente os pré-requisitos necessários para um PC ou compatível, mas grande parte, senão todo este Manual pode ser aproveitado para outras plataformas (como Macintosh, Sparc, Alpha etc).

Para se fazer uma transmissão com qualidade média (24kpbs, 22050Hz, stereo), é necessário, no mínimo:

Pentium 133MHz ou compatível
24Mb de memória
Placa de som de 16 bits
É necessário também que a máquina tenha conectividade. Caso se queira transmitir para um servidor na internet, é altamente recomendado um conexão de banda larga, como ADSL, mas é possível fazer uma transmissão utilizando conexão discada (56kbps).

Transmissões low-fi e hi-fi
Se você possui internet banda larga, alguns programas permitirão que você faça mais de uma transmissão a partir do mesmo sinal de áudio, permitindo que você faça uma transmissão de alta qualidade (56kbps, por exemplo) para usuários de banda larga e outra com qualidade menor, digamos 24 ou 16kbps, para usuários de linha discada.

Montando seu estúdio
Você pode estar planejando colocar sua Rádio Livre ou Comunitária transmitindo também pela internet, pensando em apenas fazer transmissões caseiras ou querendo um verdadeiro estúdio de webrádio. Existem estúdios para todos os gostos e bolsos. Neste tópico vão algumas dicas de como ligar a aparelhagem já existente na sua rádio para transformá-la também numa rádio via internet.

O primeiro fator determinante nisso é a qual distância fica a conexão à internet do estúdio da sua rádio FM. Se no estúdio há conexão, então o problema está resolvido e você pode deixar o computador bem perto da mesa de som ou do mixer e aí você poderá tanto fazer transmissões pela internet quando baixar transmissões de outras rádios. Se a conexão fica longe do estúdio, a única possibilidade que você tem é captar sua transmissão FM com um receptor comum e inserí-la na entrada de sua placa de som para que ela possa ser veiculada na rede.

Outro fator é a capacidade da sua conexão. Muitas rádios encontram-se constantemente em dificuldades financeiras e não tem como pagar uma conexão de banda larga. Isso não é o fim da linha. Por preços mais em conta é possível fazer transmissões usando conexão discada (telefone) nos horários nos quais as tarifas são mais baratas. Não importa se sua rádio só tem transmissões pela net aos sábados à tarde, domingos ou madrugadas: o que importa é que ela faz transmissões.

Em seguida, você pode definir a quantidade de computadores que seu estúdio vai precisar. Com um computador mediano (Pentium II 233MHz, 64MB RAM) já dá para fazer tranquilamente a transmissão e em alguns casos (dependendo do programa de stream) tocar mp3 ao mesmo tempo. Se você conseguir um outro computador de menor capacidade (como um Pentium 133MHz, 32MB RAM) você terá mais liberdade ainda: no computador mais lento você roda o programa de stream e com o mais rápido você toca e edita áudio. Com três computadores então, você pode fazer transmitir pela internet, receber transmissões e ainda tocar mp3 ou ogg! É ainda possível ter apenas um computador com duas placas de som ligado à internet. Uma placa de som mandar áudio para a estação de rádio e outra recebe o áudio da estação para fazer a transmissão pela internet.

Abaixo colocaremos diagramas de tipos de estúdio que você pode montar.

O esquema mais barato



O esquema com internet longe do estúdio

O esquema "remediado", com internet no estúdio


O esquema inteligente, com apenas um computador com duas placas de som e internet no estúdio.



Fonte:audiocidades.utopia.org.br

Você é um Envelhescente?


Se você tem entre 45 e 65 anos, preste bastante atenção no que se segue. Se você for mais novo, preste também, porque um dia vai chegar lá. E, se já passou, confira.

Sempre me disseram que a vida do homem se dividia em quatro partes: infância, adolescência, maturidade e velhice. Quase correto. Esqueceram de nos dizer que entre a maturidade e a velhice (entre os 45 e os 65), existe a ENVELHESCÊNCIA.

A envelhescência nada mais é que uma preparação para entrar na velhice, assim com a adolescência é uma preparação para a maturidade. Engana-se quem acha que o homem maduro fica velho de repente, assim da noite para o dia. Não. Antes, a envelhescência. E, se você está em plena envelhescência, já notou como ela é parecida com a adolescência? Coloque os óculos e veja como este nosso estágio é maravilhoso:

— Já notou que andam nascendo algumas espinhas em você? Notadamente na bunda?

— Assim como os adolescentes, os envelhescentes também gostam de meninas de vinte anos.

— Os adolescentes mudam a voz. Nós, envelhescentes, também. Mudamos o nosso ritmo de falar, o nosso timbre. Os adolescentes querem falar mais rápido; os envelhescentes querem falar mais lentamente.

— Os adolescentes vivem a sonhar com o futuro; os envelhescentes vivem a falar do passado. Bons tempos...

 — Os adolescentes não têm idéia do que vai acontecer com eles daqui a 20 anos. Os envelhescentes até evitam pensar nisso.

— Ninguém entende os adolescentes... Ninguém entende os envelhescentes... Ambos são irritadiços, se enervam com pouco. Acham que já sabem de tudo e não querem palpites nas suas vidas.

— Às vezes, um adolescente tem um filho: é uma coisa precoce. Às vezes, um envelhescente tem um filho: é uma coisa pós-coce.

 — Os adolescentes não entendem os adultos e acham que ninguém os entende. Nós, envelhescentes, também não entendemos eles. "Ninguém me entende" é uma frase típica de envelhescente.

— Quase todos os adolescentes acabam sentados na poltrona do dentista e no divã do analista. Os envelhescentes, também a contragosto, idem.

— O adolescente adora usar uns tênis e uns cabelos. O envelhescente também. Sem falar nos brincos.

— Ambos adoram deitar e acordar tarde.

— O adolescente ama assistir a um show de um artista envelhescentes (Caetano, Chico, Mick Jagger). O envelhescente ama assistir a um show de um artista adolescente (Rita Lee).

— O adolescente faz de tudo para aprender a fumar. O envelhescente pagaria qualquer preço para deixar o vício.

— Ambos bebem escondido.

— Os adolescentes fumam maconha escondido dos pais. Os envelhescentes fumam maconha escondido dos filhos.

— O adolescente esnoba que dá três por dia. O envelhescente quando dá uma a cada três dia, está mentindo.

— A adolescência vai dos 10 aos 20 anos: a envelhescência vai dos 45 aos 60. Depois sim, virá a velhice, que nada mais é que a maturidade do envelhescente.

— Daqui a alguns anos, quando insistirmos em não sair da envelhescência para entrar na velhice, vão dizer:

—  É um eterno envelhescente!

Que bom.



Mario Prata


O texto acima foi extraído do livro "100 Crônicas", Cartaz Editorial/Jornal O Estado de São Paulo, São Paulo, 1997, pág. 13.

Fonte:releituras.com

Música: A História dos Regionais


Regional Época de Ouro

A primeira transmissão radiofônica no Brasil ocorreu em 07 de setembro de 1922, durante as comemorações do Centenário da Independência. Em meio às festividades, discursos do Presidente da República Arthur Bernardes e a transmissão da opera "O Guarani", se apresentaram, recém chegados de Paris, Pixinguinha e os Oito Batutas.

Essa presença pioneira marcou o início de uma parceria que, nos trinta anos seguintes, seria um elemento fundamental para o desenvolvimento da música popular no Brasil: os regionais e o rádio.

A evolução, desde o final do século XIX, dos trios de choro (flauta, violão e cavaquinho) foi à base do que passou a ser chamado de "conjuntos regionais".
 A generalização desse nome, provavelmente, originou-se na caracterização com roupas folclóricas, com que determinados grupos se apresentavam na Capital Federal (RJ), no final dos anos 20, dentre eles, os pernambucanos Turunas Pernambucanos, Turunas da Mauricéia e o carioca Grupo do Caxangá, com Pixinguinha.

No final dos anos 20, respirava-se uma certa euforia no meio artístico com o início das gravações elétricas (1927) e o surgimento dos programas de rádio que - pela sua característica comercial, com a veiculação de propaganda paga - abriam um novo mercado para a atuação dos músicos.
A aproximação com os grandes cantores de samba, principal gênero popular da época; a versatilidade para acompanhar calouros, já que os músicos de choro eram mestres no acompanhamento "de ouvido"; uma bem-vinda praticidade, pois não necessitavam de arranjos escritos, bastando saber o tom da música e acertar a introdução, além de um inegável virtuosismo, quando se tratava de apresentar o seu repertório de choro, fizeram dos regionais a formação musical ideal para a radiofonia brasileira, ainda no seu início.

No solo, uma flauta, bandolim ou clarinete dando a introdução para os cantores; na harmonização, um cavaquinho e dois violões fazendo contracantos em "terças", ou em "sextas", alinhavados pelo ritmo de um pandeiro de atuação discreta indicavam qual seria o formato a seguir.
Em 1930, surgiu o Gente do Morro, grupo que se destacou pela qualidade e organização musical e que reuniu pela primeira vez dois dos mais importantes músicos brasileiros:o flautista Benedito Lacerda e Waldiro Frederico Tramontano,o Canhoto do cavaquinho.
 Daí pra frente, com raras exceções, não houve música popular de sucesso, cantada ou instrumental, que não tivesse sido acompanhada por um regional. O Gente do Morro, em 1934, sofreu modificações em sua formação e passou a se chamar Regional de Benedito Lacerda. Em 1937, entraram dois novos violonistas, Dino e Meira, que junto com Canhoto formaram o mais importante núcleo de acompanhamento na nossa musica popular.

 De 1946 a 1950, ocorreu à fase mais criativa do grupo com a entrada de Pixinguinha no sax tenor fazendo os celebres contrapontos aos solos de Lacerda, período em que gravaram 34 obras primas do choro e brilharam na Rádio Tupi, no programa "O Pessoal da Velha Guarda", dirigido por Almirante.
Em 1951, Canhoto, Dino e Meira resolveram formar um novo grupo, pois já não concordavam com as constantes ausências de Lacerda que, bastante famoso e com um avião a sua disposição, mantinha inúmeros compromissos fora da atividade musical. Canhoto assumiu a direção do grupo e convidou Altamiro Carrilho para a flauta e Orlando Silveira para o acordeom, mantendo no pandeiro Gilson de Freitas. Pixinguinha saiu e se voltou para as orquestrações. Surgiu então o grupo que ficou conhecido como modelo de regional por excelência - o Regional do Canhoto.

 Posteriormente, com a saída de Altamiro e Gilson, entraram Jorge José da Silva, o "Jorginho do Pandeiro", o pandeirista Hercílio e os flautistas Arthur Ataíde, por um breve período, e Carlos Poyares, que atuou até o final do grupo.
Na primeira formação, com exceção de Canhoto, e provavelmente Gilson, todos no grupo sabiam ler partituras, o que elevava o nível de suas apresentações. Segundo Jorginho do Pandeiro, o sucesso era tanto que as gravadoras organizavam as agendas de seus astros de acordo com a disponibilidade que o Regional do Canhoto tinha para gravar.

Nessa fase, ocorreu mais uma imensa contribuição à música brasileira - Dino, inspirado no violonista Tute, começou a utilizar o violão de sete cordas.
 Assim, durante meio século, de 1930, com a criação do Gente do Morro, até o inicio dos anos 80, na interrupção da carreira do Regional do Canhoto, com o falecimento de Meira e Canhoto, essa linhagem de chorões, que foi se modificando através dos anos, fixou a relevância musical e histórica de um grupamento instrumental, e até hoje serve de referência para músicos e estudiosos da nossa música popular.
Cabe ressaltar que Canhoto, nessa trajetória, foi o único a pertencer a todas as formações do Gente do Morro e dos Regionais de Benedito Lacerda e, obviamente, do Canhoto.

Entre meados dos anos 30 e o final da década de 50, um vetor da qualidade de uma emissora de rádio era o seu regional. Nessa época, os lugares nos programas de auditório eram disputados pelos fã - clubes dos artistas.

Assim, o Gente do Morro e Jacob e Sua Gente eram da Rádio Guanabara. O Regional de Claudionor Cruz tocava na Rádio Transmissora. Waldir Azevedo e seu regional eram contratados da Rádio Clube. Os Regionais de Benedito Lacerda e Rogério Guimarães atuaram vários anos na Rádio Tupi. O Regional do Canhoto era exclusivo da Rádio Mayrink Veiga. Os Regionais de César Moreno e Dante Santoro foram da Rádio Nacional. Na Rádio Mauá atuavam Jacob e Seu Regional e os Regionais de Darly do Pandeiro e de Pernambuco do Pandeiro. Outro aspecto importante é que muitos desses músicos tinham carteira assinada pelas rádios e chegaram a se aposentar por essa atividade .
O início dos anos 60 aprofundou um certo declínio que os regionais já viviam no final dos anos 50. O surgimento do iê- iê- iê, nas rádios e gravadoras, e os shows de bossa nova, nas casas noturnas e teatros, reduziram praticamente a zero o mercado para os músicos de choro.

Em 1964, com o golpe militar, o Regional de Canhoto teve encerrado seu programa "Noites Brasileiras", na PRE-9 / Rádio Mayrink Veiga. A partir daí, passaram a acompanhar cantores em casas noturnas, principalmente, Silvio Caldas, realizar gravações antológicas como, por exemplo, com Ciro Monteiro e Cartola, ou shows históricos como "Rosa de Ouro" e "O Fino da Música", bela homenagem que receberam no Pavilhão do Anhembi (SP), em maio de 1977.
 Apesar do falecimento de Jacob do Bandolim, em 1969, principal músico de choro em atividade, e contrariando previsões pessimistas, o choro se revigorou, em meados dos anos 70, com o florescer de uma nova geração que trazia contornos próprios de uma etapa que se iniciava.

 Os Carioquinhas, Galo Preto, Camerata Carioca e Nó em Pingo d'Água, exemplos dessa fase, deram novas cores ao gênero, apoiados na herança dos grupos regionais e de mãos dadas com os mestres em atividade, dentre eles, Radamés Gnattali, Chiquinho do Acordeom, Altamiro Carrilho, Abel Ferreira e a Época de Ouro. O choro se preparava para o Séc. XXI.

Sergio Prata

Relacionamentos amorosos de antigamente


Como se namorava antigamente? Como era o relacionamento do casal? Muitas garotas e rapazes têm muita curiosidade de saber como se namorava antigamente, como eram as abordagens, o papo, os amassos (isso já é papo de antigamente), o fazer amor (isso também).

Parece-me, na verdade, que essas dúvidas que rondam essas cabecinhas de hoje têm a ver com o tal do romantismo, aquele lance de namoro agarrado, de meu bem para cá, meu bem para lá.

Isso funciona, de certo modo, até hoje. Mas, o romantismo em essência, não parece resistir a poucos remanescentes.

Nas décadas passadas, de 30 a 70, por exemplo, apesar das diferenças temporais, a maioria dos namoros (relacionamentos de casal) eram padronizados, isto é, havia todo um ritual a ser cumprido pelos enamorados.
Primeiro, nada de intimidades, regra número 1. E, para isso, o casal namorava nos limites da casa da menina, sob os olhares de irmãos, pais, etc. Quando muito, tinham seus minutinhos de privacidade, no portão. Era uma coisa louca, vocês podem imaginar.

Aliado ao baixo conhecimento da sua sexualidade, naquelas épocas, quase ninguém transava com ninguém, oficialmente falando. As meninas mais saidinhas, ficavam logo com a fama de “dadeiras”, “biscates”, “galinhas”, etc., e só eram procuradas para fins sexuais, para namorar não serviam. Isso deve ter sido bem marcante para elas. Enquanto aos meninos, ah! que diferença, esses eram os machões, a tudo podiam, inclusive mentir sobre relações sexuais que jamais existiram, como hoje eles “batem no peito e juram …

Quando havia sexo, tome papai-mamãe, a posição mais utilizada pelos casais. Porém, haviam os catecismos… Para quem não sabe, os catecismos, eram livretos impressos em preto e branco, vendidos às escondidas nas bancas de jornais, cujo conteúdo era composto de desenhos (uns muito bem feitos) de pessoas tendo relacionamento sexual, transando, nas suas mais revolucionárias posições.

Não podemos esquecer também de que muitos homens e mulheres da época já estavam anos-luz à frente do seu tempo em termos de sexo e sexualidade. Além dos experientes, esses eram os (ou as) amantes preferidos. Quanto melhor era na cama, mais fama e parceiras(os) conseguia.
Havia, no entanto, todo um procedimento que elevava o relacionamento de namoro a um status muito maior do que se pode constatar nos dias de hoje. De fato, namorar era uma coisa mais séria. Na verdade, namorar era o primeiro passo – o segundo era o noivado (alguém se lembra?) – rumo ao casamento.

Por se tratar de algo mais sério à época, a fase do namoro era muito mais densa e exploratória. Nela as pessoas procuravam extrair tudo o que pudessem, um do outro, para que as fases seguintes, noivado e casamento, pudessem vir sem maiores decepções. Poder-se-ia afirmar que os casais de antigamente sondavam-se muito mais, se comparados com as modalidade de namoros atuais (sim, há modalidades!)

O assunto sexo, tratado como tabu pela sociedade como um todo, não podia ser debatido entre pais e filhos, ou pelo menos essa era a herança deixada por seus avós. Assim sendo, e sem os recursos atuais (camisinha, exames laboratorias, vacinas, pesquisas, TV, internet, etc), fazer sexo era uma aventura muito arriscada. Ficava-se, portanto, nos amassos, nas palpações, mão naquilo, aquilo na mão, entre outras variantes sem a penetração.
Mas… o romantismo existia, e isso fazia a diferença entre o namoro de ontem e o namoro de hoje!

O mais legal, ao meu ver, nos relacionamentos anteriores às décadas atuais, era o romantismo, que pode ser visto hoje nos velhos (nem tanto!) e bons filmes de hollywood. Era diferente, convenhamos.

Algumas pistas sobre o ser romântico

O que é ser romântico num relacionamento?

Ser romântico é uma característica pessoal, isto é, não se adquire com tutoriais ou estudos, porém, pode-se, através da generosidade, conseguir-se aproximar do ser romântico. Ah! e claro, pode-se acordar determinado dia com cara de bobo, admirando o nada, amando a natureza, com uma vontade enorme de falar com alguém, cantarolando sozinho, xiiiii…. você entrou para o time!

O romântico é um ser que vive de e do amor, por isso, muitas vezes, ele sofre. E até no seu sofrimento, o romântico carrega com orgulho o seu amor, apesar da dor, das incertezas e da indiferença da pessoa amada. Mostra seu amor ao mundo, aprovado ou não!

O ser romântico acorda pensando no seu amor, e por isso acorda feliz, porque ama, independentemente de ser amado ou não pela amada, ou amado. É um amor narcisista, o romântico ama-se espelhado no amor de outra pessoa, mesmo que esse não exista, pouco lhe importa. Por isso, o romântico é generoso ao extremo, passando-se muitas vezes por bobo, patético e idiota. Para ele, os comentários e o diz-que-diz de terceiros nada influencia seu modo de ser.

O romântico canta e chora ao mesmo tempo. Suas emoções sempre estão à flor da pele, por isso ele se condói com o sofrimento alheio, por isso ele é tão solidário e presente.

Ah! o romântico é um saudosista.





Fonte:www.namoronaboa.com.br

Coisas que surgiram na década de 1950 e que você usa hoje

A década de 50 foram os anos que trouxeram grandes inovações que usamos hoje em dia como cartões de créditos, televisão a cores e microondas , mas que muita gente acha que elas surgiram a poucos anos atras.


Cartões de Crédito (1950)


Diners Club lançou o primeiro cartão de crédito em 1950.


Velcro (1955)


O velcro foi inventado em 1948 por Georges de Mestral. Ele inspirou-se após analisar atentamente as sementes de Arctium que grudavam constantemente em sua roupa e no pêlo de seu cão durante suas caminhadas diárias pelos Alpes. Com base em estudos, ele concluiu ser possível a criação de um material para unir dois materiais de maneira reversível e simples. Desenvolveu o produto e submeteu a ideia para patente em 1951.


Plástico Bolha (1957)


Na verdade o plástico bolha foi criado por acidente. Os inventores Alfred Fielding e Marc Chavannes, estavam tentando criar um plano de fundo de plástico texturizado com o verso em papel que pudesse ser facilmente limpado, e não material de embalagem.


 Televisão a cores (1953)


Introduzida nos EUA em 1953, a televisão a cores demorou um pouco para pegar (mais de uma década), devido aos altos preços e a falta de transmissões em cores.


Forno microondas (1954)


A Raytheon Corporation produziu os primeiros microondas para uso comercial.


Cintos de segurança de 3 pontos


Volvo introduziu o primeiro cinto de três pontos em 1959.


Pílula anticoncepcional (1957)


Embora a pílula está associado com a revolução sexual da década de 60, ela foi realmente criada nos anos 50.
A pílula foi aprovada  em 1957, mas apenas para os casos de distúrbios menstruais graves e não como um anticoncepcional.
Só depois na década de 60,  que o comprimido foi aprovado para utilização contraceptiva.


Portas automáticas (1954)


Os inventores Dee Horton e Lew Hewitt criaram a porta automática de correr depois de testemunhar que as pessoas tinham dificuldade com a abertura de portas giratórias com o vento.


Refrigerante Diet (1952)


O primeiro refrigerante diet, foi introduzido em 1952. Os inventores Hyman e Morris Kirsch criaram o refrigerante sem açúcar para diabéticos internados no Sanatório judaica para Doenças Crônicas.


Ultrassom (1956)


As Ultra-sonografias foram usadas ​​primeiramente para fins clínicos, em 1956, em Glasgow. Mas, ela não era muito comum até os anos 1970, quando os hospitais na Grã-Bretanha e os EUA adotaram para uso.


Desodorante roll-on (1952)







Fonte:resumodanet.com

O rádio da década de 60


O censo de 1960 nos fornece ainda dados quando às principais características dos domicílios particulares, nos quais detalha itens tais como o abastecimento de energia elétrica e a posse de aparelhos eletrodomésticos como rádio, geladeira e televisão, entre outros.

Pode-se observar a proximidade entre os índices de fornecimento de energia elétrica e o da existência de aparelhos de rádios nos domicílios visitados – 38,54% do total com energia elétrica e 35,38% do total com aparelhos de rádio. Do mesmo modo se pode perceber que somente uma pequena parcela da população tinha acesso aos aparelhos de televisão – 4,6% do total -, sendo que se passarmos para o quadro rural, o número domicílios que possuíam de aparelhos de televisão é inexpressivo.

A proximidade entre os índices de energia elétrica e de aparelhos de rádio nos permite afirmar que ocorreu um processo de popularização do rádio, fazendo dele quase que uma presença obrigatória nos lares brasileiros, uma espécie de utensílio indispensável. Os aparelhos de rádio dos anos 40 e 50 ainda eram relativamente grandes, principalmente se comparados ao tamanho dos atuais, e necessitam de energia elétrica ou de geradores para funcionarem – os aparelhos transistorizados somente invadiram efetivamente o mercado nacional no final dos anos 60. As próprias características físicas do aparelho de rádio faziam com que ele ainda se mantivesse como um aparelho de escuta coletiva, o que permitia uma possível troca de impressões entre aqueles que se reuniam em torno dele. É importante chamar a atenção para o fato de que no período citado as famílias brasileiras mantinham o hábito de se reunirem para jantar, ouvir o rádio e conversarem sobre as notícias do dia.

Um outro indicador da popularização, ou até mesmo da banalização da presença do rádio nos grandes centros urbanos, é o de que em uma pesquisa do IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública) de 196010), sobre o potencial efetivo dos mercados carioca e paulista para as utilidades domésticas o rádio simplesmente foi excluído, foram apuradas a existência de aparelhos de TV, colchões de mola, máquinas de lavar roupa, refrigeradores, liquidificadores e enceradeiras, ou seja, como o rádio já era presença constante nos lares brasileiros não servia como indicador de renda. Da mesma forma que, ainda em 1960, o IBOPE realizou uma pesquisa sobre a forma através da qual os habitantes de Belo Horizonte conheceram a loja Ducal e no resultado 73% dos entrevistados responderam que tal conhecimento ocorreu através dos anúncios de rádio, seguidos de 18% que o fizeram através dos jornais e 12% pela televisão.

O rádio chegava ao final dos anos 50 e início dos 60, consolidado em sua posição de meio de comunicação de massa, como um elemento fundamental na formação de hábitos na sociedade brasileira. Dos anos 30 aos 60, o rádio foi o meio através do qual as novidades tecnológicas, os modismos culturais, as mudanças políticas, as informações e o entretenimento chegavam ao mesmo tempo aos mais distantes lugares do país, permitindo uma intensa troca entre a modernidade e a tradição. O rádio ajudou a criar novas práticas culturais e de consumo por toda a sociedade brasileira.


Fonte:coladaweb.com

O uso da brilhantina dos anos 50 aos anos 70

A brilhantina é um cosmético apresentado na forma de pomada utilizada para modelar o cabelo. Sua composição é de basicamente parafina líquida, vaselina, essência e óleo mineral.

Sua utilização se deu em larga escala até os anos 70, tendo o seu auge na década de 50, servindo de nome para o musical "Grease", que literalmente significa brilhantina em inglês, marcando definitivamente o visual da época.

Seu uso foi substituído por outros produtos, como gel fixador e mousse para cabelos. As principais reclamações contra a brilhantina eram o aspecto gorduroso que dava ao cabelo e o visual "engomado" ou "vaca lambeu", gíria esta muito utilizada no Brasil.

A brilhantina vem sendo reativada pelos fãs do rock'n'roll e cantores "rockabilies", que se vestem e se arrumam exatamente como os ídolos das décadas de 50 e 60, com seus cabelos brilhosos e com altos e impecáveis topetes.

Elvis Presley e a brilhantina


A história por trás do famoso penteado de Elvis Presley, um símbolo que imortalizou sua figura como rei do rock’n roll e tornou sua marca registrado

Apesar da popularidade do penteado tanto naquele tempo quanto na atualidade, o estilo de Elvis não era uma unanimidade. De acordo com Ely Damasceno, em sua obra Elvis Presley, o Mito, ele era muito criticado por suas costeletas longas e seu topete tão fortemente carregado com brilhantina que seu cabelo loiro parecia preto.

Em determinado momento de sua vida, as costeletas ficaram mais largas, o cabelo mais comprido e a brilhantina foi deixada de lado, compondo um estilo mais despojado.





Fonte:https: Informações//pt.wikipedia.org

10 Curiosidades Sobre o Fusca




1. O Fusca é o carro fora de linha mais emplacado do Brasil.


2. O Fusca foi um dos poucos modelos de automóvel na história que nunca sofreu nenhum recall.

3. O Fusca foi o primeiro carro fabricado pela empresa automobilística alemã Volkswagen. Seu nome original era KDF – Kraft Durch Freude, que significa “Força Através da Alegria”.


4. O primeiro protótipo do Fusca foi produzido por Ferdinand Porsche, fundador da marca de automóveis esportivos Porsche. Quem deu o aval para a produção foi o ditador alemão Adolf Hitler.

5. O primeiro lote de Fuscas chegou ao Brasil em 1950. Fabricadas na Alemanha, todas as 30 unidades foram importadas pela família Matarazzo.


6. Os primeiros Fuscas produzidos no Brasil não eram montados pela Volkswagen, mas por uma empresa chamada Brasmotor, que importava as peças.

7. O Fusca é o automóvel que ficou mais tempo em produção no mundo todo. Os primeiros protótipos foram fabricados em 1934 e os últimos, em 2003. O último modelo foi produzido no México. O problema é que ele está prestes a perder esse posto para o Toyota Corolla.


8. O Fusca voltou a ser produzido em 1993 no Brasil a pedido do ex-presidente Itamar Franco, que concedeu incentivos fiscais. Mas como as vendas não deslancharam, a Volkswagem foi obrigada a interromper a produção em 1996.

9. Você sabe quantas peças são necessárias para a produção de um Fusca? De 5 mil a 7 mil peças!


10. O Fusca é chamado em Portugal de Carocha. Nos Estados Unidos: Beetle. Na Venezuela: Escarabajo. Nas Honduras e em Guatemala: Cucarachita. E em Cabo Verde: Baratinha.






Fonte:cafesempo.com.br

'O Ritmo da Chuva', sucesso da Jovem Guarda é gravado por Fernanda Takai



A cantora Fernanda Takai, que há mais de duas décadas está à frente do Pato Fu, acaba de lançar um videoclipe para seu novo DVD solo Na Medida do Impossível Ao Vivo no Inhotim. O videoclipe é da apresentação da canção O Ritmo da Chuva, que é uma versão da canção Rhythm of the Rain, que fez sucesso nas vozes dos The Cascades. Tal versão foi composta e gravada pelo cantor brasileiro Demétrius, tendo ficado na memória da artista, após ter feito parte da trilha sonora da novela Estúpido Cupido, de 1976.

Essa não é a primeira vez que Fernanda grava tal canção. Sua versão também está presente no projeto Um Barzinho – Um Violão – Jovem Guarda, de 2004, em que estava acompanhada de Rodrigo Amarante, dos Los Hermanos. No novo registro audiovisual, há mais uma gravação do período da jovem guarda, o rockabilly brasileiro: A Pobreza, que fazia sucesso com Leno e Lílian. Aliás, faixa A Pobreza estava cotada para ser interpretada no especial de 2004, mas não pôde ser incluída no repertório.
Foto: Beto Staino [Divulgação]

O DVD foi gravado em Inhotim, importante acervo de arte ao ar livre localizado em Minas Gerais e que tem tudo a ver com a poesia da música de Fernanda, em setembro de 2016, depois de dois anos de turnê do disco Na medida do Impossível, lançado em 2014. Na Medida do Impossível Ao Vivo no Inhotim foi dirigido pela Árvore Filmes, produzido por John Ulhoa e com coordenação geral de Patrícia Tavares (Do Brasil Eventos).




Fonte:www.caferadioativo.com

Nos tempos da Jovem Guarda


No ano de 1965 um programa dominical chamado jovem guarda deu início a um dos maiores e mais notáveis movimentos da musica popular brasileira.

O programa jovem guarda era apresentado pelos mais ilustres cantores da época, sendo eles:

Roberto Carlos
Erasmo Carlos
Wanderléia
Esses três astros da música brasileira tornaram-se símbolo do movimento.

Roberto Carlos passou a ser conhecido com “rei”, Erasmo Carlos como “tremendão” e Wanderléia como “ternurinha”.

Jovem Guarda
O programa dava muita ênfase para artistas e bandas da MPB, alguns dos maiores destaques foram:

Os Incríveis
Os Vips
Renato e seus Blue Caps
Trio Esperança
Golden Boys
Ronie Von
Silvinha
Jerry Adriani
Lilian e Ed Wilson
Martinha
Eduardo Araújo
The Fevers


As composições de Roberto Carlos e Erasmo Carlos traziam a tona em suas melodias uma atitude rebelde.

Que chocava a sociedade da época e enlouquecia a juventude.

No rádio, na televisão e também nos cinemas, os compassos rebeldes da MPB marcaram época e continuam a influenciar gerações até hoje.

Inegavelmente os maiores astros da música brasileira fizeram parte da jovem guarda e consagraram-se como ídolos nacionais.


Apesar da rebeldia presente no movimento, os artistas dessa época entoavam belíssimas canções.

Que tocavam fundo nossos corações, pois traziam em si muito romantismo e paixão.

Além de canções românticas, os festivais de MPB evidenciavam os maiores sociais da época.

Por este motivo, grande parte das músicas da época foram censuradas, e os compositores dessas canções foram presos ou exilados.

Geraldo Vandré foi o autor da melodia que se tornaria o hino contra a repressão. A canção foi intitulada como “Pra Não Dizer Que Eu Não Falei das Flores”.

Que traz em sua letra palavras belíssimas e profundas.


Além de Geraldo Vandré, Elis Regina, Milton Nascimento, Edu Lobo e Jair Rodrigues, também entoaram canções na luta contra a repressão.

Esse e tantos outros conflitos fazem desses artistas grandes representantes da liberdade em nosso país.

Demonstrando que além de talentosos, nossos astros musicais também possuem grande importância histórica.



Fonte Informações:fmhits.com.br

5 coisas boas provam que os anos 60 foram melhores que hoje



A década de 60 foi muito importante, marcada por muitos movimentos sociais  a favor de importantes causas. Vários fatos do contexto econômico, político e cultural passaram a ser debatidos com mais liberdade, coisas que nos anos 50 eram inaceitáveis.

Debates por grupos de contracultura que tinham em mente maior aceitação, pacifismo e oposição a sociedade de consumo. O surgimento do feminismo, movimentos a favor de homossexuais e negros também marcaram a década.

Por isso, fizemos uma seleção das coisas que provam que os anos 60 foram revolucionários, incríveis, fantásticos, e que você vai morrer de vontade de ter vivido essas década com muita intensidade. Confira:

1 – Surgimento do movimento Hippie


O movimento hippie buscava um questionamento da existência e era muito além de considerações econômicas e políticas. Os hippies da década de 60 tiveram um modo de viver muito diferente do modo em que vivemos hoje (onde as pessoas são altamente capitalistas). O lance é que os hippies eram muito próximos da natureza, artesanato e o estilo de vida era comunitário e parecido com a vida nômade. Além de que eles não estavam de acordo com os valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas

2 – Música


A década de 60 foi sem dúvida uma época muito importante para o mundo da música. Conhecido também como “anos rebeldes”, nos anos 60 explodiram vários artistas e bandas consagradas como Bob Dylan, The Doors, The Beatles, Janis Joplin, Jimi Hendrix entre outros, que tiveram uma grande influência para os grupos sociais e para os movimentos da época.

3 – Moda


Jovens que eram inspirados em Elvis Presley passeando em suas lambretas e as moças com vestidos e saias de bolinhas eram coisas dos anos 50. A década de 60 foi marcada pela rebeldia do Rock’n’Roll, o ritmo que embalava as festas da época. O estilo clássico foi colocado de lado e assim dando lugar as calças cigarretes. A moda da época foi considerada revolucionária pois estava acabando com com o estilo único e influenciando o jeito de vestir no comportamento das pessoas.

4 – Woodstock


O evento que aconteceu na cidade de Bethel de 15 a 17 de agosto de 1969 foi um grande marco para os anos 60, pois foi a maior manifestação de paz de todos os tempos. Um festival que teve mais de 400 mil pessoas e reuniu as melhores banda de rock da época também ficou famoso pelo elevado consumo de drogas. Artistas renomados como Janes Joplin, Santana, Jimi hendrix e The Who fizeram parte dessa brincadeira e levaram as pessoas a loucura.

5 – Conga


A marca lançada no ano de 1959 fez sucesso até a década de 70 e permaneceu entre as mais vendidas durante os anos de 1980, tendo o fim da Alpargatas nos anos de 1990. Em 2012 a marca foi relançada como um produto fashion e voltada para o público feminino, que posteriormente foi direcionado como um segmento infantil.



Fonte:www.ultracurioso.com.br

Evaldo Braga - Não se sabe quem embolsa o dinheiro dos seus direitos autorais

O cantor fluminense Evaldo Braga, o Ídolo Negro, é o maior enigma da história da MPB. Falecido há 44 anos, no auge do sucesso, ele não deixou herdeiros, não se conhecem parentes seus, portanto, não se sabe quem embolsa o dinheiro dos seus direitos autorais. Sua trajetória artística foi curta, de 1970 até 31 de janeiro de 1973, quando a Variant TL em que viajava, com seu empresário, Paulo Cesar Santoro, e  guiada por Harley Lins, um motorista recém-contratado, chocou-­se contra uma carreta, na BR­3, no Estado do Rio. Morreram os três. Vinham de Belo Horizonte, depois de uma apresentação (na época, ele fazia uma média de 70 por mês).

A morte gerou uma comoção nacional, Evaldo Braga tocava no Brasil inteiro com seu sucesso mais conhecido, Sorria Sorria. Porém se sabia muito pouco de uma figura tão pública que, ele mesmo se encarregava de embaralhar a própria biografia, adubando­-a de fantasias. No livro Eu Não Sou Lixo: A Trágica História do Cantor Evaldo Braga (Editora Noir), o escritor baiano que mora em São Paulo há 20 anos Gonçalo Junior (autor da elogiada biografia do compositor Assis Valente) tenta decifrar esta "charada, embrulhada num mistério, dentro de um enigma" (definição de Winston Churchill sobre a Rússia).

Até a idade dele está errada nos sites e blogs. Evaldo estava com 25 anos quando morreu, e não 27, como se lê por aí. Confirmei na certidão de nascimento que ele entregou à Polygram quando assinou contrato para o primeiro LP, em julho de 1970. Desde que sua morte já apareceu muita gente se apresentando como mãe, irmão, amante, filho, namorada, mas ninguém conseguiu provar o parentesco", conta o escritor.



Fonte: Informações jconline.ne10.uol.com.br

O jovem dos anos 60 e o jovem de hoje


Um dia desses estava conversando com amigos e percebi o grande número de jovens que não se interessam por participar de movimentos sociais, DCEs, DAs, CAs, Grêmios Estudantis, associações ou qualquer que seja o grupo que possa servir como voz ao jovem no país em que vivemos. Ao mesmo tempo percebi a indignação dos mesmos com a política de hoje, decepções e a falta de interesse mesmo.


Eu, sempre atuante nesses movimentos, fiquei muito triste e comecei a perceber a grande diferença dos jovens de hoje com os jovens dos anos 60, jovens esses que viveram e sobreviveram uma ditadura, buscavam informações e criticavam sobre o que estava acontecendo ao seu redor. Parece que naquela época tinham a necessidade de se expressarem, de se juntarem e mostrar o que pensavam, mostrar o que queriam para nosso país.


Criaram movimentos dos mais variados tipos e muitos viviam na clandestinidade para não serem presos, coisa que muitos foram até mesmo torturados. Idealistas, reformadores, jovens, não desistiam de ir para as ruas, de se manifestarem e participarem mais ativamente nas questões do dia a dia político de nosso país. Grupos até hoje procuram notícias de pessoas desaparecidas naquela época e, de quando em vez é localizado um cemitério clandestino ou ossadas.

Será que na época, a decepção deles com a política foi maior do que a de muitos jovens hoje? Pelo menos, hoje, podemos nos manifestar e não tem a “DOPS” nos seguindo e nem nossos amigos sumindo.

E o Jovem da atualidade? Com o mundo a sua frente na tela de um computador, deixa muitas vezes de participar de pequenas coisas que poderiam fazer a diferença. Com tanta liberdade, parece que hoje não existe aquela necessidade de se juntar, em formar grupos, seja para discutir melhorias na sua escola ou no seu bairro. Porque isso?

Sei que o jovem de hoje muitas vezes vai do trabalho para escola, da escola para a casa e desta para o trabalho, num incessante ir e vir à procura da realização profissional, confundindo-a com a pessoal. É a procura do futuro, porém pessoal e não coletivo, quando ali estarão os interesses pessoais possivelmente realizados. Parece não existir uma consciência de um futuro tão próximo e tão globalizado, desmanchando-se em nossas portas. Que tal pensar em um pequeno, ínfimo, mas o pouco tempo em que fizermos algo em prol de nossa sociedade, com certeza seremos recompensados.

Será que o antigo e temido “DOPS”, depois de extinto, conseguiu abafar a participação dos jovens de hoje?  O medo pairou por um bom tempo, reconheço. Apesar de tudo, penso que não! Ainda existem vários jovens com voz ativa em nossa sociedade, que participam de entidades estudantis, eclesiásticas ou associações e que não desistem de se fazerem ouvidos, de participarem, de serem formadores de opinião. Isso muito me motiva e faz-me acreditar na juventude e nas idéias.

Espero, que os demais jovens se espelhem nos dos anos 60! Sim, admiráveis jovens, que mesmo com milhares de ameaças e adversidades mantinham-se ativos, conscientes e participantes naquele dia a dia de nosso país. Lutaram, muitos morreram, porém muitas coisas se modificaram para melhor pela contribuição deles.

            Que tal, você pensar nisso?








Fonte: Informações Saulo Gil

Clube do Choro rejeita proposta da Prefeitura






Manifestantes: um ano e meio depois e o sonho de uma sede para o choro chega ao fim

Foto: Ilda da Silva Noronha

Um ano e meio depois de surgir em São Paulo como o “pagamento de uma dívida” do poder público com os amantes de música brasileira em São Paulo, o Clube do Choro chega a um impasse que pode levar ao seu fechamento definitivo. O congelamento das verbas para a Cultura na gestão do prefeito João Doria atingiu o projeto e suspendeu sua programação. Na tarde de ontem, os músicos fizeram uma grande roda de choro em frente à Prefeitura, com cerca de 100 instrumentistas e outras 200 pessoas que apoiavam a manifestação, segundo a organização do protesto. Uma negociação chegou a ser aberta com a Secretaria de Cultura, mas o impasse permanece.

O secretário André Sturm sugeriu, durante a manifestação para a retomada das atividades do espaço, o apoio financeiro para a realização de 1o espetáculos por semestre no Clube, que funcionava no Teatro Municipal Arthur Azevedo, na Mooca. Até o ano passado, a casa tinha uma média de 50 atividades por semestre. A proposta de Sturm não foi aceita pela direção. “Não vamos aceitar. Acreditamos na continuidade, na formação de público que estávamos conseguindo fazer naquele espaço. Dez apresentações por semestre não são suficientes para manter essa regularidade”, diz Yves Finzetto, presidente do Clube do Choro. “Não conseguimos entender qual vai ser o impacto na economia desta verba para a Cultura, uma porcentagem ínfima. É como uma família que quer economizar, em vez de cortar a conta do celular, deixar de comprar um quilo de sal”.

Sturm diz fez a proposta que poderia fazer. “Infelizmente, o recurso está congelado. É um fato. Ele dizer que não aceita (a proposta) é um direito, mas não há nada mais que possamos fazer. Não foi uma proposta de mercado persa, era razoável do ponto de vista de mercado.” Sturm diz ainda que está conseguindo descongelamentos parciais da verba da Cultura, mas que sua prioridade não seria o Clube do Choro.

“Temos o Prêmio Zé Renato, do teatro, que a gestão passada homologou mas não pagou. A prioridade é poder pagar essa dívida.”
Um levantamento feito pelo Clube mostra que, se tivesse de pagar por publicidade referente às matérias jornalísticas espontâneas que falaram do Clube, a Prefeitura teria de desembolsar R$ 6,5 milhões.


Fonte:cultura.estadao.com.br

Conseguir uma namorada exigia uma lambreta


A moda no final dos anos 50 e parte dos anos 60 era ter uma Lambreta ou Vespa. A indústria automobilística brasileira dava seus primeiros passos e comprar um automóvel era um sonho distante para a maior parte da população. Mesmo uma Lambreta ou Vespa não era para qualquer um, entretanto, ainda era um sonho que poderia ser possível.

A venda anual de veículos de duas rodas, no Brasil, está em crescimento acentuado de mais de 18% – e, se continuar nesse ritmo, entrando em circulação 2 milhões de unidades por ano, a frota de motos, em 10 anos, será maior que a de automóveis. Cinquenta anos atrás, nosso país viveu também um fenômeno que durou mais ou menos 10 anos. Foi a febre da lambreta.



Esse veículo, que hoje chamamos scooter, surgiu na Itália do pós-guerra como alternativa barata de deslocamento. Chegou ao Brasil no final dos anos 1950 e "pegou", como se dizia na época.


Propaganda da marca italiana Lambretta com os atores do filme Quando Setembro Vier. 

Esse veículo, que hoje chamamos scooter, surgiu na Itália do pós-guerra como alternativa barata de deslocamento. Chegou ao Brasil no final dos anos 1950 e "pegou", como se dizia na época.


No início dos anos 1960, filmes agora cult como Candelabro Italiano e Quando Setembro Vier (este, com Rock Hudson e Gina Lollobrigida) ajudaram na divulgação da moda e do comportamento envolvendo esse meio de transporte.

Policial aborda lambretista. Foto: banco de dados

Conseguir uma namorada exigia uma lambreta. Os jovens ricos tinham carro, claro, mas tinham que ter lambreta também. Os constantes rachas de lambretistas, e a fama de "juventude transviada", despertavam a desconfiança da polícia, que dava uma dura indiscriminada.

Você lembra da época de sucesso das lambretas?


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